O que as famílias dizem depois de conhecer a casa
Não prometemos perfeição — prometemos presença e honestidade. É o que as famílias nos dizem que mais valorizam.
← Voltar à página inicialRelatos de quem passou pela casa
Os nomes são reais, com permissão. Os textos foram escritos pelas famílias e reproduzidos aqui com pequenas adaptações de formatação.
Luciana Sousa
Fortaleza — CE · Programa Diurno
"Minha mãe passava o dia em casa assistindo televisão porque não queria incomodar ninguém. Na Morada Araçá ela joga baralho, cuida de um canteiro e almoça com outras pessoas. Essa diferença é enorme."
Junho de 2025
Marcos Figueiredo
Caucaia — CE · Estada Temporária
"Precisávamos de um lugar para nosso pai enquanto viajávamos. Optamos pela Morada Araçá por ser menor e mais tranquilo do que as opções que visitamos. Ele gostou tanto da semana que ficamos duas."
Julho de 2025
Regina Cavalcante
Fortaleza — CE · Residência Continuada
"Meu pai tem 84 anos e mora na Araçá há um ano e meio. O que mais aprecio é que nunca precisei ligar para saber como ele estava — eles ligavam primeiro quando havia algo a comunicar. Isso diz muito sobre como funcionam."
Julho de 2025
Ana Paula Mota
Maracanaú — CE · Programa Diurno
"Quando visitei a casa pela primeira vez, o que me convenceu foi ver uma funcionária sentada conversando com uma moradora sobre novelas, sem pressa. Esse detalhe me disse mais do que qualquer apresentação."
Junho de 2025
José Augusto Pereira
Fortaleza — CE · Residência Continuada
"Minha mãe é muito apegada às plantas. Quando descobriu que tinha um canteiro próprio no jardim, foi a primeira coisa que mostrou quando fui visitar na primeira semana. Esses detalhes fazem diferença real."
Maio de 2025
Fernanda Braga
Eusébio — CE · Estada Temporária
"A conversa que fizeram antes da chegada do meu avô — sobre o café que ele prefere, a hora que costuma dormir — pareceu um detalhe pequeno na época. Na prática foi o que fez ele se sentir em casa desde o primeiro dia."
Julho de 2025
Histórias com mais detalhe
Com permissão das famílias, compartilhamos algumas situações que ilustram bem como o processo de chegada e adaptação costuma acontecer.
A situação inicial
Dona Ivone, 78 anos, viúva há dois anos. Morava sozinha em Messejana e os filhos moravam em São Paulo. Ela não queria mudar de Fortaleza, mas passava semanas sem ver ninguém além do porteiro do prédio.
O que aconteceu
A filha entrou em contato em março de 2024. Dona Ivone começou pelo Programa Diurno, três dias por semana. No segundo mês, pediu para ir todos os dias. Passou a Estada Temporária em junho e está na Residência Continuada desde setembro de 2024.
O que mudou
Ela lidera a oficina de bordado às quartas-feiras. Os filhos, que antes ligavam preocupados, dizem que agora ela tem mais o que contar do que eles. Isso não foi planejado — aconteceu.
"Fiquei com medo de que ela ficasse triste de mudar. O que eu não esperava era que ela fosse ficar animada."
— Paulo, filho de Dona Ivone
A situação inicial
Seu Raimundo, 82 anos, não queria de jeito nenhum sair de casa. A filha trabalha como médica e fazia plantões noturnos, e a preocupação com ele sozinho estava afetando o trabalho e o sono dela.
O que aconteceu
A família optou pela Estada Temporária de duas semanas como "teste". Seu Raimundo foi resistente até o terceiro dia. No quarto dia, ele fez amizade com outro morador que também gosta de futebol. Na saída, pediu para voltar.
O que mudou
Está na Residência Continuada há oito meses. A filha diz que dorme melhor. Ele diz que o almoço é melhor do que o que ele fazia em casa — o que, segundo ela, é um elogio extraordinário.
"Ele nunca ia admitir na frente de mim, mas quando perguntam como ele está, a resposta é 'bem'. Isso não acontecia antes."
— Dra. Carla, filha de Seu Raimundo
A situação inicial
Dona Tereza, 75 anos, estava em obras há seis semanas em casa. O barulho, a poeira e a falta de rotina estavam pesando. O filho procurou uma opção temporária e não encontrava nada com a estrutura que ele buscava por menos de três meses.
O que aconteceu
A Estada Temporária por semana foi a solução. Ela ficou seis semanas, exatamente o tempo das obras. Participou do grupo de leitura todas as semanas e levou dois livros do acervo emprestados quando foi embora.
O que mudou
Ainda não é moradora, mas participa do Programa Diurno às terças-feiras para encontrar as pessoas que conheceu durante a estada. A família tem esta opção em mente caso precisem no futuro.
"Fui buscar uma solução para seis semanas e acabei ganhando algo que não esperava: ela tem um lugar aonde gosta de ir."
— Fernando, filho de Dona Tereza
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Visitas à casa
Segunda a sábado: 9h às 17h
Sem agendamento necessário
Seis anos de casa aberta
6+
Anos de atividade contínua
180+
Famílias atendidas
18
Vagas — escala propositalmente pequena
3
Modalidades para cada momento
A melhor forma de conhecer é visitar
Estamos abertos de segunda a sábado, das 9h às 17h. Sem agendamento, sem formulários. Basta vir.